DIA DE FINADOS

INTRODUÇÃO

Momento celebrativo para lembrar e apresentar a Deus todos os nossos entes queridos. Portanto, momento intenso de saudade, de memória, de reviver e retomar laços afetivos que nos marcaram…

Mas é momento de retomar o sentido da vida: Como vivemos? Para que vivemos? Em que rumo estamos?

MORTE:

Com a morte deixamos esta etapa transitória da vida e entramos na vida eterna. Não se pode mais voltar atrás para refazer a vida. Na morte morre o ser humano total, com todas as suas dimensões e ressuscita de uma forma mais espiritualizada… Fora das limitações do tempo e do espaço.

Após a morte, a pessoa é julgada por Deus se viveu no caminho de Jesus, se sua vida foi marcada pelo amor/encontro/comunhão, ou, ao contrário, viveu no egoísmo, na injustiça, no fechamento sobre si própria…

CÉU:

Os que morrem na graça e amizade de Deus, os que estão purificados, viverão para sempre com Cristo. Serão eternamente semelhantes a Ele, e o verão tal como ele é, face a face. Viver no céu é viver com Cristo, em comunhão com Deus Trindade e em comunhão com os irmãos/ãs.

INFERNO:

Se aqui não buscamos viver com Cristo, não viveremos com Ele, nem com Deus, na eternidade. Se deixamos de ir ao encontro e de viver a solidariedade com nossos irmãos em suas necessidades… Com esta prática de egoísmo, omissão e maldade, decidimos nossa eternidade: viveremos a solidão total, o isolamento, o abandono e fechamento. A frustração total. O “fogo e ranger de dentes” e os desenhos de “diabos com a forca” são imagens para amedrontar, não coisas reais…

PURGATÓRIO

A Igreja nos ensina que os que morrem na graça e na amizade de Deus, mas não estão completamente purificados, passam por uma forma de purificação, um estado purificação e de vivência maior do projeto de Deus…. Não tem nada a ver com fogo nem com  “almas abandonadas”…

VIDA ETERNA:

O cristão caminha nessa vida com o olhar no horizonte da vida futura… É para lá que nós vamos. No fim dos tempos o Reino de Deus se realizará em toda a sua plenitude. Então “Deus será tudo em todos” (1Cor 15,28). A certeza da ressurreição (não reencarnação! vejam a diferença no Jornal Diocesano/novembro!) anima e fortalece o cristão a lutar e vencer na vida todas as contrariedades. A superar tudo o que nega e contradiz a vontade do Pai. Viver com Cristo e sua Igreja aqui pra estarmos na vida futura com ele na casa do Pai…

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